Última atualização: 7 de julho de 2026
Esta política descreve como o Kanota trata dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018 — LGPD).
Esta política distingue dois papéis diferentes, previstos na LGPD (Art. 5º, VI e VII):
Na prática, isso significa que é o médico — não o Kanota — quem responde perante o paciente e a ANPD pela adequação da coleta e do consentimento relativos aos dados daquele paciente; o Kanota responde pela adequação técnica do processamento que realiza como operador (segurança, uso estrito conforme instruído, não retenção além do necessário).
Contato para exercício de direitos e dúvidas sobre privacidade: kanda@unicamp.br
Do médico (usuário cadastrado):
Do paciente (via consultas gravadas pelo médico):
O tratamento de dados de saúde do paciente tem como base legal o consentimento específico e destacado do paciente (LGPD, Art. 11, §4º), obtido pelo médico no momento de cada consulta, para a finalidade de gerar documentação clínica assistida por inteligência artificial. O médico é responsável por obter esse consentimento junto ao paciente antes de iniciar a gravação.
O tratamento dos dados de conta do médico tem como base legal a execução do contrato de uso do serviço (Termos de Uso).
Para realizar a transcrição de áudio e a geração de notas clínicas por inteligência artificial, os dados (áudio da consulta e/ou texto transcrito) são enviados a provedores de infraestrutura de inteligência artificial localizados nos Estados Unidos. Esses provedores processam os dados apenas para a finalidade de transcrição/geração de texto e não os armazenam além do tempo necessário para o processamento da requisição.
Essa transferência internacional de dado sensível de saúde depende do consentimento específico do paciente, coletado pelo médico no momento da consulta (ver seção 4). Reconhecemos que a LGPD (Art. 33 e seguintes) e a Resolução CD/ANPD nº 19/2024 preveem mecanismos adicionais de garantia para transferências internacionais (como cláusulas-padrão contratuais) — a adoção formal desses mecanismos com os provedores de IA utilizados está em andamento.
Os dados de transcrição, nota clínica e demais documentos ficam armazenados no banco de dados do Kanota, hospedado em servidor próprio no Brasil. Cada médico só tem acesso aos dados das suas próprias consultas — há isolamento técnico entre contas de médicos diferentes.
Nenhum sistema é 100% imune a incidentes de segurança. Caso ocorra um incidente que envolva dados de conta do médico (dado do qual somos controladores), notificaremos a ANPD e os afetados conforme exigido pela LGPD (Art. 48). Caso o incidente envolva dados de paciente (dado do qual o médico é controlador e nós, operadores), notificaremos o médico responsável o quanto antes, para que ele possa cumprir suas próprias obrigações de comunicação ao paciente e à ANPD.
Não compartilhamos dados de pacientes ou de médicos com terceiros para fins de publicidade, venda, ou qualquer finalidade alheia à prestação do próprio serviço. Os terceiros envolvidos no tratamento são:
Nos termos da LGPD (Art. 18), o titular dos dados (médico ou, por intermédio do médico, o paciente) pode solicitar: confirmação da existência de tratamento, acesso aos dados, correção de dados incompletos ou desatualizados, anonimização/bloqueio/eliminação de dados desnecessários, portabilidade dos dados, e eliminação dos dados tratados com consentimento. O Kanota já oferece exportação de dados em JSON/CSV pelo próprio app (Ajustes), e exclusão de conta imediata.
Pedidos podem ser feitos a: kanda@unicamp.br
O Kanota usa um único cookie técnico e essencial (kanda_session), necessário para manter o médico autenticado. Não usamos cookies de rastreamento, publicidade, ou analytics de terceiros.
Podemos atualizar esta política conforme o serviço evolui. Mudanças relevantes serão comunicadas por e-mail ou aviso no próprio app antes de entrarem em vigor.
Dúvidas ou solicitações sobre esta política: kanda@unicamp.br